Passadas as eleições, eis aqui novamente o panorama para dissipar qualquer dúvida de que a literatura é o único caminho para a salvação. Infelizmente não temos processo eletivo para votar nos melhores, mas podemos, por exemplo, fazer uma seleção deles (uma pequena seleção, face à quantidade de talentos), como a que se oferece nesta edição. Se houvesse eleição, com certeza seriam votados escritores de todos os rincões, sem que precisassem de campanhas. Ao contrário dos políticos, o escritor só se torna escritor a partir da sua obra. Já o político não precisa disso. Na literatura, a invenção se chama ficção; na política, é pura mentira.
Escritores de todos os estilos, com abordagens diferenciadas, em contextos diferentes, de origens várias, vivos ou mortos, aqui são acolhidos e amados.
Você leitor, que tem escritor ou livro preferido, colabore com o processo de seleção. E mais uma vez teremos certeza de que há escritores para todos.  Se A é maior que B, isso é só uma questão de opinião. Cada livro está destinado a um leitor. E um dia eles se encontrarão.
Agradecemos a participação dos colaboradores permanentes, sem os quais o panorama não seria tão abrangente: Augusto Sérgio Bastos, Daniel Santos, Izacyl Guimarães Ferreira, e a partir deste número Igor Fagundes.
Também ao poeta Joaquim Antonio Emídio, que à frente do jornal O Mirante disponibilizou sua equipe para a atualização do jornal. E a todos os poetas, neste mundo ou no outro, que nos surpreendem, deliciam, e sobretudo marcam para sempre nossas vidas.

 


       

 

 
 
 
 
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